O que fica
O que sobra no negócio depois que o aplicativo estreia.
O pedido chega inteiro
Item, observação e endereço saem da tela sem passar por papel.
A rota deixa de ser palpite
Quem entrega vê a ordem das paradas antes de sair.
O celular velho também abre
O aplicativo é testado no aparelho que a clientela tem.
A ficha da loja fica pronta
Capturas, texto e política ficam com você, prontos para reenvio.
O código é seu
Repositório e contas ficam no CNPJ do cliente desde o primeiro dia.
A segunda começa com número
Uma tela de uso responde o que aconteceu na semana.

Seis paradas entre a conversa e a loja
Nenhuma delas é opcional, e a ordem importa: trocar duas telas no papel custa um lápis, trocar as mesmas duas depois do código custa uma semana de trabalho de duas pessoas.
Um turno dentro da operação
Antes de desenhar tela, alguém do estúdio passa um turno no balcão ou na cozinha. O pedido que trava às sete da noite não aparece em reunião.
Navegação em papel
O caminho inteiro sai impresso e vai para a mão de quem vai usar. É a etapa mais barata para descobrir que faltou uma tela.
Um código, dois sistemas
iPhone e Android saem da mesma base, com as diferenças tratadas uma a uma: permissão de localização, aviso de notificação, botão de voltar.
O que acontece sem sinal
Entregador em elevador e caixa em subsolo entram no projeto: o app guarda o que foi feito e envia quando a rede volta.
Publicação acompanhada
Ficha, capturas, política de privacidade, classificação etária e resposta à revisão. O envio é feito por nós, na conta do cliente.
Depois da estreia começa o resto
Sistema muda duas vezes por ano, loja muda regra, negócio muda preço. Por isso existe versão pequena todo mês.
Donos que já passaram por isso
Recolhidos ao fim dos contratos e publicados com autorização de cada um.
A publicação voltou duas vezes por causa da ficha. Eles responderam à loja e eu nem precisei entender o assunto.
Pedi uma coisa a menos na primeira versão e eles concordaram na hora. Nenhum fornecedor tinha topado cortar escopo antes.
Testaram num celular de 2017 que ninguém quer ver. É o aparelho de metade da minha clientela.
Todo mês sobe uma versão pequena. Antes eu ficava dois anos com o mesmo aplicativo quebrado.
A leitura de segunda cabe em uma tela e eu leio inteira. A anterior tinha trinta abas e eu nunca abri.
Conte o que trava hoje no seu balcão
A primeira conversa é sobre a operação, não sobre tecnologia. Dela sai o mapa de telas e uma estimativa honesta de quanto cada pedaço custa.